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<oembed><version>1.0</version><provider_name>MSC MED</provider_name><provider_url>https://www.mscmed.com.br/en</provider_url><author_name>MSC MED</author_name><author_url>https://www.mscmed.com.br/en/author/heitor/</author_url><title>(Re)Processamento de Dispositivos M&#xE9;dicos - MSC MED</title><type>rich</type><width>600</width><height>338</height><html>&lt;blockquote class="wp-embedded-content" data-secret="uBo6QPk2z8"&gt;&lt;a href="https://www.mscmed.com.br/en/2020/09/22/reprocessamento-de-dispositivos-medicos/"&gt;(Re)Processing of Medical Devices&lt;/a&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;iframe sandbox="allow-scripts" security="restricted" src="https://www.mscmed.com.br/en/2020/09/22/reprocessamento-de-dispositivos-medicos/embed/#?secret=uBo6QPk2z8" width="600" height="338" title="&#x201C;(Re)Processamento de Dispositivos M&#xE9;dicos&#x201D; &#x2014; MSC MED" data-secret="uBo6QPk2z8" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" class="wp-embedded-content"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;script type="text/javascript"&gt;
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&lt;/script&gt;</html><thumbnail_url>https://www.mscmed.com.br/wp-content/uploads/2020/09/BANNER_REPROCESSAMENTO.png</thumbnail_url><thumbnail_width>873</thumbnail_width><thumbnail_height>364</thumbnail_height><description>Alguns dispositivos m&#xE9;dicos, como instrumentais cir&#xFA;rgicos por exemplo, podem ser reutilizados. Para a reutiliza&#xE7;&#xE3;o, tamb&#xE9;m &#xE9; necess&#xE1;rio processar (ou reprocessar) os dispositivos, e assim deix&#xE1;-los aptos para uso novamente.&#xA0; Esse processamento envolve a limpeza e a reesteriliza&#xE7;&#xE3;o dos produtos. Produtos que passam por reprocessamento dezenas, ou at&#xE9; centenas de vezes s&#xE3;o submetidos repetidamente a condi&#xE7;&#xF5;es agressivas com rela&#xE7;&#xE3;o a temperatura, umidade e press&#xE3;o. Assim, &#xE9; relevante avaliar a capacidade desses produtos a resistir &#xE0; essas recorrentes condi&#xE7;&#xF5;es adversas. Alguns par&#xE2;metros relevantes s&#xE3;o corros&#xE3;o, oxida&#xE7;&#xE3;o, integridade e funcionalidade. Al&#xE9;m disso, tamb&#xE9;m &#xE9; relevante verificar se o processamento aplicado est&#xE1; sendo efetivo, isto &#xE9;, se est&#xE1; atingindo n&#xED;veis adequados de limpeza e esterilidade. Em outros regimes sanit&#xE1;rios, como o alem&#xE3;o por exemplo, &#xE9; permitido at&#xE9; mesmo o reprocessamento de implantes cir&#xFA;rgicos. Neste sentido, &#xE9; importante diferenciar o mero reprocessamento (limpeza reesteriliza&#xE7;&#xE3;o de um produto ainda n&#xE3;o utilizado) do re-uso. Em muitos pa&#xED;ses da Europa e nos Estados Unidos, implantes podem ser reprocessados, mas n&#xE3;o reutilizados. O regime brasileiro &#xE9; mais r&#xED;gido. A RDC 156/2006 estipula regras estritas para o reprocessamento de produtos m&#xE9;dicos, e ainda h&#xE1; uma lista que cont&#xE9;m diversos produtos que n&#xE3;o podem ser reprocessados &#x2013; contidos na Resolu&#xE7;&#xE3;o RE 2605 de 2006, lista que inclui os produtos implant&#xE1;veis. Houve, ao final de 2018 e in&#xED;cio de 2019, um esfor&#xE7;o para aproximar as regras brasileiras das regras citadas para outros pa&#xED;ses onde as regras mais para o processamento s&#xE3;o menos r&#xED;gidas. A&#xA0;Consulta P&#xFA;blica n&#xB0; 584, de 20 de dezembro de 2018, foi publicada e sugeriu novas regras para o reprocessamento de dispositivos m&#xE9;dicos no Brasil. Por&#xE9;m, a consulta p&#xFA;blica nunca foi publicada como Resolu&#xE7;&#xE3;o e, assim, n&#xE3;o est&#xE1; vigente. Ainda assim, h&#xE1; diversos produtos de reprocessamento permitido mesmo com as regras atuais. Se voc&#xEA; est&#xE1; projetando um desses produtos, &#xE9; importante avaliar os m&#xE9;todos de reprocessamento, e principalmente a capacidade dos mesmos de resistir &#xE0;s condi&#xE7;&#xF5;es repetidamente impostas para process&#xE1;-los. Est&#xE1; interessado em validar o m&#xE9;todo de reprocessamento dos seus produtos? Fa&#xE7;a contato conosco.</description></oembed>
