{"version":"1.0","provider_name":"MSC MED","provider_url":"https:\/\/www.mscmed.com.br\/en","author_name":"MSC MED","author_url":"https:\/\/www.mscmed.com.br\/en\/author\/heitor\/","title":"(Re)Processamento de Dispositivos M\u00e9dicos - MSC MED","type":"rich","width":600,"height":338,"html":"<blockquote class=\"wp-embedded-content\" data-secret=\"pUQa7SwuKB\"><a href=\"https:\/\/www.mscmed.com.br\/en\/2020\/09\/22\/reprocessamento-de-dispositivos-medicos\/\">(Re)Processing of Medical Devices<\/a><\/blockquote><iframe sandbox=\"allow-scripts\" security=\"restricted\" src=\"https:\/\/www.mscmed.com.br\/en\/2020\/09\/22\/reprocessamento-de-dispositivos-medicos\/embed\/#?secret=pUQa7SwuKB\" width=\"600\" height=\"338\" title=\"&#8220;(Re)Processamento de Dispositivos M\u00e9dicos&#8221; &#8212; MSC MED\" data-secret=\"pUQa7SwuKB\" frameborder=\"0\" marginwidth=\"0\" marginheight=\"0\" scrolling=\"no\" class=\"wp-embedded-content\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">\n\/* <![CDATA[ *\/\n\/*! This file is auto-generated *\/\n!function(d,l){\"use strict\";l.querySelector&&d.addEventListener&&\"undefined\"!=typeof URL&&(d.wp=d.wp||{},d.wp.receiveEmbedMessage||(d.wp.receiveEmbedMessage=function(e){var t=e.data;if((t||t.secret||t.message||t.value)&&!\/[^a-zA-Z0-9]\/.test(t.secret)){for(var s,r,n,a=l.querySelectorAll('iframe[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),o=l.querySelectorAll('blockquote[data-secret=\"'+t.secret+'\"]'),c=new RegExp(\"^https?:$\",\"i\"),i=0;i<o.length;i++)o[i].style.display=\"none\";for(i=0;i<a.length;i++)s=a[i],e.source===s.contentWindow&&(s.removeAttribute(\"style\"),\"height\"===t.message?(1e3<(r=parseInt(t.value,10))?r=1e3:~~r<200&&(r=200),s.height=r):\"link\"===t.message&&(r=new URL(s.getAttribute(\"src\")),n=new URL(t.value),c.test(n.protocol))&&n.host===r.host&&l.activeElement===s&&(d.top.location.href=t.value))}},d.addEventListener(\"message\",d.wp.receiveEmbedMessage,!1),l.addEventListener(\"DOMContentLoaded\",function(){for(var e,t,s=l.querySelectorAll(\"iframe.wp-embedded-content\"),r=0;r<s.length;r++)(t=(e=s[r]).getAttribute(\"data-secret\"))||(t=Math.random().toString(36).substring(2,12),e.src+=\"#?secret=\"+t,e.setAttribute(\"data-secret\",t)),e.contentWindow.postMessage({message:\"ready\",secret:t},\"*\")},!1)))}(window,document);\n\/\/# sourceURL=https:\/\/www.mscmed.com.br\/wp-includes\/js\/wp-embed.min.js\n\/* ]]> *\/\n<\/script>","thumbnail_url":"https:\/\/www.mscmed.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/09\/BANNER_REPROCESSAMENTO.png","thumbnail_width":873,"thumbnail_height":364,"description":"Alguns dispositivos m\u00e9dicos, como instrumentais cir\u00fargicos por exemplo, podem ser reutilizados. Para a reutiliza\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m \u00e9 necess\u00e1rio processar (ou reprocessar) os dispositivos, e assim deix\u00e1-los aptos para uso novamente.\u00a0 Esse processamento envolve a limpeza e a reesteriliza\u00e7\u00e3o dos produtos. Produtos que passam por reprocessamento dezenas, ou at\u00e9 centenas de vezes s\u00e3o submetidos repetidamente a condi\u00e7\u00f5es agressivas com rela\u00e7\u00e3o a temperatura, umidade e press\u00e3o. Assim, \u00e9 relevante avaliar a capacidade desses produtos a resistir \u00e0 essas recorrentes condi\u00e7\u00f5es adversas. Alguns par\u00e2metros relevantes s\u00e3o corros\u00e3o, oxida\u00e7\u00e3o, integridade e funcionalidade. Al\u00e9m disso, tamb\u00e9m \u00e9 relevante verificar se o processamento aplicado est\u00e1 sendo efetivo, isto \u00e9, se est\u00e1 atingindo n\u00edveis adequados de limpeza e esterilidade. Em outros regimes sanit\u00e1rios, como o alem\u00e3o por exemplo, \u00e9 permitido at\u00e9 mesmo o reprocessamento de implantes cir\u00fargicos. Neste sentido, \u00e9 importante diferenciar o mero reprocessamento (limpeza reesteriliza\u00e7\u00e3o de um produto ainda n\u00e3o utilizado) do re-uso. Em muitos pa\u00edses da Europa e nos Estados Unidos, implantes podem ser reprocessados, mas n\u00e3o reutilizados. O regime brasileiro \u00e9 mais r\u00edgido. A RDC 156\/2006 estipula regras estritas para o reprocessamento de produtos m\u00e9dicos, e ainda h\u00e1 uma lista que cont\u00e9m diversos produtos que n\u00e3o podem ser reprocessados &#8211; contidos na Resolu\u00e7\u00e3o RE 2605 de 2006, lista que inclui os produtos implant\u00e1veis. Houve, ao final de 2018 e in\u00edcio de 2019, um esfor\u00e7o para aproximar as regras brasileiras das regras citadas para outros pa\u00edses onde as regras mais para o processamento s\u00e3o menos r\u00edgidas. A\u00a0Consulta P\u00fablica n\u00b0 584, de 20 de dezembro de 2018, foi publicada e sugeriu novas regras para o reprocessamento de dispositivos m\u00e9dicos no Brasil. Por\u00e9m, a consulta p\u00fablica nunca foi publicada como Resolu\u00e7\u00e3o e, assim, n\u00e3o est\u00e1 vigente. Ainda assim, h\u00e1 diversos produtos de reprocessamento permitido mesmo com as regras atuais. Se voc\u00ea est\u00e1 projetando um desses produtos, \u00e9 importante avaliar os m\u00e9todos de reprocessamento, e principalmente a capacidade dos mesmos de resistir \u00e0s condi\u00e7\u00f5es repetidamente impostas para process\u00e1-los. Est\u00e1 interessado em validar o m\u00e9todo de reprocessamento dos seus produtos? Fa\u00e7a contato conosco."}